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terça-feira, 3 de abril de 2012

O que é PNL?

O que é PNL? Quando esta pergunta é feita por pessoas que tiveram algum treinamento ou experiência em PNL, não é que elas não saibam ou não tem a noção geral do que é a PNL para elas; é que, às vezes, elas simplesmente experimentam um desafio quando tentam explicar a PNL para os não iniciados. Eu entendo bem o desafio. Eu mesmo já o encarei, e nem sempre com sucesso. Então, se este artigo ajudar qualquer um de vocês a compartilhar mais sucintamente com os outros o que interessa a você, de um modo que não os faça correr (!), então eu estarei satisfeito e o artigo terá atingido o seu objetivo. Portanto sinta-se a vontade para compartilhar meus comentários com alguém que ‘não entende’ o seu interesse na PNL. Pode ajudar a lançar alguma luz sobre as suas razões para a busca de conhecimento e habilidades da PNL. Tente enviar isto para um dos seus amigos cépticos. Eu acredito que a PNL é um daqueles temas onde, quanto mais você aprende, mais você aprende que existe mais para aprender. É um tipo de assunto, de certa maneira, inesgotável. Assim, se você acabar decidindo que quer aprender um pouco de PNL, tenha sempre mente os seus objetivos desejados – deixe-os serem o seu guia em relação a quanto de PNL você aprende e quanto você descarta ou ignora, e/ou que cursos ou materiais explorar e o que deixar de lado. Ninguém precisa aprender tudo sobre a PNL, e a maioria das pessoas só precisa fazer escolhas criteriosas de quem aprender a partir da fartura existente no mercado de trainers e profissionais. Sempre use os seus próprios objetivos desejados como critério de excelência. Depois obtenha múltiplas opiniões de como melhor satisfazer esses critérios. Todo mundo é tendencioso, de modo que procure reunir muitas opiniões. A PNL é na sua essência um método para reproduzir a excelência. Excelência em resultados, na metodologia e na cognição humana. Obviamente, se a PNL é o que dizem muitos proponentes (inclusive eu) que é o melhor método para aprender mais ligeiro do que qualquer outro método que está por aí... então... é fácil dizer "Tudo é PNL." Que é tanto verdade como falso. Exemplo - Se você fosse um jogador excepcional de bilhar, eu poderia usar a PNL para modelar o que você faz, como faz e reproduzir significativamente os seus resultados muito mais rápido do que o tempo que você levou para atingir o seu nível de grandeza. Ou seja, se eu tivesse tempo disponível para me dedicar a isso, e se eu tivesse acesso irrestrito para assistir você jogando, entrevistá-lo de uma maneira especial e, depois, você também me ajudar no meu processo de refinamento (feedback) ... então eu poderia, de modo concebível, levar um ano, ou talvez até menos, para atingir o que você demorou uma década para alcançar. (Sim, é sério.) E depois, eu poderia estar até melhor habilitado do que você, para ensinar o seu nível de excelência, uma vez que eu tivesse reproduzido os seus resultados. Poderia então potencialmente reunir as observações sobre as suas habilidades (e otimizações para a sua lógica) que você não poderia e nem jamais teria concluído por conta própria e aí, a minha versão da sua habilidade, teria se tornado, sem dúvida, uma habilidade baseada na PNL. Isso mencionado... ao longo do tempo, esse processo de modelagem produziu resultados que - embora sejam mais "resultados" da PNL - foram incluídos no conjunto de habilidades de PNL. Muitas vezes, eles são confundidos com a própria PNL, quando originalmente poderiam ter sido apenas resultados do uso da PNL. A maioria concordaria que essas várias habilidades da PNL incluem: Melhor capacidade de persuasão. A capacidade para confortar rapidamente as pessoas e fazê-las pensar que elas o conhecem (e que você as conhece) – pelas razões certas. A capacidade de induzir o transe e despertar a imaginação e, mais facilmente, apertar os pontos emocionais sensíveis. A capacidade de entender melhor como as pessoas se comportam e o porquê. A capacidade de influenciar as pessoas usando as estratégias de decisão delas e seus próprios valores. ...e muito mais. Eu estou deixando de fora vastas áreas que a PNL abrange, mas assinalei alguns pontos visto que muitos de vocês provavelmente já tiveram pelo menos algum treinamento de PNL. Isso foi mostrado intencionalmente como uma lista incompleta de habilidades e benefícios. Quanto às letras, PNL é Programação Neurolinguística. É o uso mais efetivo da linguagem para influenciar/’programar’ (ou redirecionar) nossas próprias mentes e a dos outros. E programação, por si só, não significa "controle da mente", mas como influenciar a mente para autodesenvolvimento (e outros propósitos, como negócios ou influência social, etc.). A PNL originou-se no início dos anos 70 a partir do desenvolvimento desse processo básico de "modelagem cognitiva", e usando-o para modelar as habilidades de diversos especialistas em mudanças rápidas dos campos da linguística, da psicologia gestalt, da hipnoterapia, etc. Assim, os primeiros esforços da PNL foram direcionados para a mudança terapêutica rápida. Mas desde os primeiros dias, a PNL também se expandiu rapidamente para outros domínios de expertise (perícia). Além disso, a maioria concorda que a PNL é feita melhor "pessoalmente", com a consciência mais elevada dos efeitos específicos que certas técnicas verbais irão gerar, para não mencionar como certas qualidades da voz se tornam de extrema importância, sem falar como as várias habilidades de linguagem corporal podem amplificar (e acelerar) os resultados que obtemos na comunicação. Assim, a PNL é aprendida melhor pessoalmente de um ou de mais trainers de qualidade (ou mentores). Aprender o que pode ser descrito como um esporte de "corpo inteiro" de um livro é... impraticável. Os livros são grandes suplementos para um treinamento eficaz, mas não são bons substitutos. Os céticos ou os cínicos irão descrever a minha afirmação como uma tática financeira vinda de uma fonte tendenciosa apenas para conseguir mais alunos. Mas qualquer um que teve uma formação de alta qualidade em PNL pode diferenciar, em questão de segundos, os aprendizes de livro dos penelistas bem treinados, seja pelos resultados que eles nem conseguem identificar que estão causando, seja depois de observar o comportamento inadequado e escutar a linguagem inábil deles. O que é PNL? Obviamente, para cada um de nós, é o que nós fazemos com ela. Espero que o artigo acima ajude. É difícil abranger a PNL "em poucas palavras" pelas razões que espero ter explicado acima. Jonathan Altfeld é Trainer de PNL, coach pessoal e de empresas. O artigo original, em inglês, "What is NLP? Here's how to explain NLP to others" está no site da Jonathan Altfeld

Glossário

Glossário de termos de PNL (1º/6/2009) A Acompanhar - Adotar partes do comportamento de outra pessoa para aumentar o rapport. Obter e manter rapport com outra pessoa, entrando no seu modelo de mundo. É possível acompanhar crenças, idéias e comportamentos. Acompanhar a si próprio é dar atenção à sua própria experiência sem imediatamente tentar mudá-la. Acuidade sensorial - O processo de aprender a fazer distinções mais finas e mais úteis das informações sensoriais que obtemos do mundo. Um dos pilares da PNL. Além da identidade - O nível de experiência no qual você é mais Você e mais conectado aos outros. Um dos níveis neurológicos. Freqüentemente chamado de nível espiritual. Ambiente - O onde, o quando e as pessoas com quem estamos. Um dos níveis neurológicos. Ambigüidade de pontuação - Ambigüidade criada pela fusão de duas frases separadas em uma única oração. Ambigüidade fonética - A que ocorre entre duas palavras que têm o mesmo som, mas significados diferentes (conserto/concerto, estático/extático). Ambigüidade sintática - Ambigüidade provocada pela construção da frase, criando uma duplicidade de sentido. O mesmo que anfibologia. Análise contrastante - Comparar dois ou mais elementos e procurar as diferenças críticas entre eles para compreendê-los melhor. Analógico - Que oscila de forma contínua, como o mercúrio em um termômetro. Âncora - Qualquer estímulo que evoque uma resposta. Âncoras mudam nosso estado. Podem ocorrer naturalmente ou ser estabelecidas de forma intencional. Ancoragem - O processo pelo qual qualquer estímulo ou representação (externa ou interna) fica conectado a uma reação e a dispara. Veja artigo Anfibologia - Ambigüidade provocada pela construção da frase, criando uma duplicidade de sentido. Também chamada ambigüidade sintática. Associado - Dentro de uma experiência, enxergar através dos próprios olhos, de plena posse de todo os seus sentidos. Através do tempo - Ter uma linha de tempo na qual você está dissociado de sua linha de tempo e, portanto, tem consciência do passar do tempo. Auditivo - Relativo à audição. Automodelagem - Modelar seus próprios estados de excelência como recursos. (Clic na letra) A B C D E F G H I J L M N O P Q R S T U V X Z B Busca ou pesquisa transderivacional - É essencialmente o processo de pesquisar na sua experiência passada por memórias e/ou representações mentais para encontrar uma referência para um comportamento ou julgamento atual. (Clic na letra) A B C D E F G H I J L M N O P Q R S T U V X Z C Calibração - Perceber com precisão o estado de outra pessoa através da leitura de sinais não-verbais. Campo unificado - Estrutura unificadora da PNL. Uma matriz tridimensional de níveis neurológicos, posições perceptivas e tempo. Capacidade - Uma estratégia bem-sucedida para realizar uma tarefa. Uma habilidade ou um hábito. Também uma maneira habitual de pensar. Um dos níveis neurológicos. Cinestésico - Relativo ao sentido do tato. Sensações tácteis e sensações internas como sensações e emoções lembradas e o senso de equilíbrio. Citação - Padrão lingüístico no qual a mensagem é expressa como se fosse de outra pessoa. Comando embutido - Um comando que está embutido em uma sentença mais longa. É demarcado por tom de voz ou gestos. Como se - Usar a imaginação para explorar as conseqüências de pensamentos ou ações "como se" tivessem ocorrido quando na realidade não aconteceram. Uma forma de planejamento por seqüência imaginária de acontecimentos futuros. Comportamento - Qualquer atividade, incluindo os processos mentais. Comportamento é um dos níveis neurológicos. Conciliação de objetivos - O processo de agrupar vários objetivos, otimizando as soluções. É a base das negociações onde todos saem ganhando. Condições de boa formulação - Um conjunto de condições para expressar e pensar a respeito de um objetivo ou resultado e que o torna tanto alcançável quanto verificável. Congruência - Estado de integridade. Alinhamento de crenças, valores, habilidades e ação de tal maneira que você "faz o que está dizendo". Estar em rapport consigo mesmo. Consciente - Relativo a tudo que está na nossa percepção (consciência) no momento presente. Contexto - O cenário específico, como tempo, local e pessoas presentes, que dá significado a um evento. Certas ações são possíveis (por exemplo, em família), ações estas que não são permitidas em outros contextos (por exemplo, no trabalho). Crenças - As generalizações que fazemos sobre outros, sobre o mundo e sobre nós mesmos que se tornam nossos princípios operacionais. Agimos como se fossem verdadeiras e são verdadeiras para nós. Critério - O que é importante para a pessoa dentro de um determinado contexto. Critérios de boa formulação - Uma maneira de pensar e expressar o objetivo que o torna passível de ser atingido e verificado. Esses critérios são a base da conciliação de objetivos e das soluções mutuamente satisfatórias. (Clic na letra) A B C D E F G H I J L M N O P Q R S T U V X Z D Deleção - Omissão de uma parte de uma experiência. Descrição baseada nos sentidos - A informação que pode ser diretamente observada e comprovada pelos sentidos. Trata-se da diferença entre dizer “Seus lábios estão levemente separados, revelando uma parte dos dentes, e os cantos de sua boca estão ligeiramente elevados” e “Ela está feliz” - que é uma interpretação. Descrição múltipla - Processo de descrever a mesma coisa a partir de diferentes pontos de vista. Descrição tripla - Processo de perceber e descrever a experiência através da primeira, segunda e terceira posição. Desequiparação - Adoção de padrões de comportamento diferentes dos de outra pessoa com a finalidade de interromper sua comunicação com você (em uma reunião ou conversa), ou a maneira dela se relacionar com ela mesma. Dessemelhar - Adotar padrões de comportamento diferentes dos de outra pessoa; quebrar o rapport a fim de redirecionar ou interromper uma reunião ou conversa. Diálogo interno - Falar consigo mesmo. Digital - Capaz de estados distintos, mas não é uma escala contínua. Por exemplo, um interruptor de luz, que pode estar ligado ou desligado, mas não um pouco ligado ou um pouco desligado. Dissociado - Que não está dentro de uma experiência, que observa ou ouve de fora. Distorção - Processo pelo qual algo na experiência interior é representado de maneira incorreta e limitadora. (Clic na letra) A B C D E F G H I J L M N O P Q R S T U V X Z E Ecologia- Uma preocupação e exploração das conseqüências gerais de seus pensamentos e ações na teia geral de relacionamentos na qual você se define como parte. Ecologia interna é como os diferentes pensamentos e sentimentos de uma pessoa se encaixam para torná-la congruente ou incongruente. Eliciação - Provocação ou evocação de uma forma de comportamento, de um estado ou de uma estratégia. Encadeamento - Seqüenciar uma série de estados. Enquadramento - Uma maneira de ver alguma coisa; um ponto de vista específico. Por exemplo, o enquadramento da negociação vê comportamento como se fosse uma forma de negociação. Epistemologia - O estudo de como sabemos o que sabemos. Equiparação - Adoção de partes do comportamento, das habilidades, crença ou valores de outra pessoa com a finalidade de aumentar o rapport. Equiparação cruzada - Equiparação da linguagem corporal de uma pessoa com um movimento do tipo diferente. Por exemplo, mover sua mão no ritmo de sua fala. Equivalência complexa - Duas afirmações consideradas como significando a mesma coisa, uma forma de comportamento e uma capacidade. Por exemplo: “Ele não está olhando para mim, portanto não está ouvindo o que digo”. Espelhamento - Equiparação exata das partes do comportamento de outra pessoa. Espelhamento cruzado - Acompanhar a linguagem corporal de uma pessoa com um movimento diferente, por exemplo, bater o pé no ritmo da sua fala. Espelhar - Copiar de maneira precisa segmentos do comportamento de outra pessoa. Espiritual - Ver "Além de identidade". Estado - A maneira como a pessoa se sente, o seu humor. A soma de todos os processos neurológicos e físicos de uma pessoa num determinado momento. O estado em que nos encontramos afeta nossas capacidades e nossa interpretação da experiência. Estado associado - Estar dentro de uma experiência, vendo através de seus próprios olhos, estando plenamente em seus sentidos. Estado dissociado - Estar distanciado de uma experiência, vendo, ouvindo e sentindo como se estivesse do lado de fora. De alguma forma sentir-se "fora" ou "desligado". Estado emocional - Ver "Estado". Estado-base - O estado mental normal e habitual. Estados de recursos - A experiência neurológica e física quando a pessoa tem recursos. Estratégia - Uma seqüência de pensamentos possível de ser repetida que leva a ações que consistentemente produzem um resultado específico. Estrutura "como se" - Fingir que um acontecimento ocorreu, para poder pensar “como se” ele tivesse ocorrido, o que permite encontrar soluções criativas para os problemas e ultrapassar mentalmente obstáculos aparentes a fim de chegar às soluções desejados Estrutura - Um contexto ou uma maneira de perceber algo, como por exemplo na estrutura de objetivos, estrutura de rapport, estrutura de recapitulação etc. Estrutura de superfície - A forma visível derivada da estrutura profunda através de omissão, distorção e generalização. Em lingüística transformacional, as palavras que são efetivamente ditas. Estrutura profunda - Em gramática transformacional, essa é a forma lingüística completa da afirmação da qual a estrutura superficial (o que foi efetivamente dito) é derivada. De modo geral, é a estrutura mais geral que dá margem a uma forma visível específica. Evocar - Entrar em contato com um estado mental através do comportamento. Também significa coleta de informação, seja pela observação direta de sinais não-verbais ou das perguntas do metamodelo. Exteriorização - Estado no qual a atenção e os sentidos estão voltados para fora. (uptime) Filtros perceptivos - Idéias, experiências, crenças e linguagem que dão forma ao nosso modelo de mundo. Feedback - Os resultados de suas ações que retornam para influenciar seus próximos passos. Um dos pilares da PNL. Filtros perceptivos - Idéias, experiências, crenças e linguagem que dão forma ao nosso modelo de mundo. Fisiológico - Relativo à fisiologia, à parte física de uma pessoa. Flexibilidade - Ter muitas escolhas de pensamento e comportamento para alcançar um resultado. Um dos pilares da PNL. Generalização - Processo pelo qual uma experiência específica passa a representar toda uma classe de experiências ou todo um grupo de experiências. Gustativo - Relativo ao paladar. Hierarquia de critério - É essencialmente a ordem de prioridade que uma pessoa aplica para suas ações. Hipnose - estado alterado de consciência e percepção, de profundo relaxamento, no qual o consciente e o inconsciente podem ser focalizados por ficarem mais receptivos à sugestão terapêutica. Veja artigo Identidade - A auto-imagem ou autoconceito. Quem a pessoa acha que é. A totalidade do ser. Um dos níveis neurológicos. Incongruência - Estado de conflito. O estado de não estar em rapport consigo mesmo, tendo um conflito interno que se expressa em seu comportamento. Pode ser seqüencial - por exemplo, uma ação seguida de outra que a contradiz - ou simultânea - por exemplo, concordância em palavras, mas com tom de voz duvidoso. Inconsciência - Tudo o que não está dentro da nossa percepção no momento. Inconsciente - Tudo o que não está em sua consciência no momento presente. Intenção - O propósito de uma ação, o resultado que se deseja obter com ela. Intenção positiva - O propósito positivo subjacente a qualquer ação ou crença. Interiorização - Estado leve de transe em que a atenção se volta para dentro, para os próprios pensamentos e sensações. (downtime) Interrupção de padrão - Mudar o estado de uma pessoa um tanto abruptamente, freqüentemente através de sua desequiparação. Inventário - A consciência de suas experiências visuais, auditivas, cinestésicas, olfativas e gustativas em um dado momento. Lados - Aspectos da personalidade que às vezes possuem intenções conflitantes. Liderar ou conduzir - Mudar aquilo que você faz com rapport suficiente para que outra pessoa siga. Linguagem corporal - A maneira pela qual nos comunicamos através de nosso corpo, sem sons ou palavras. Por exemplo, através de nossa postura, nosso gestos, expressões faciais, aparência e pistas de acesso. Lingüística - estudo da linguagem que usamos para ordenar nossos pensamentos e comportamentos e nos comunicarmos com os outros. Linha do tempo - A linha que conecta seu passado a seu futuro. O "lugar" onde armazenamos imagens, sons, e sensações de nosso passado e nosso futuro. Linha temporal - A forma como armazenamos imagens, sons e sentimentos de nosso passado, presente e futuro. Mapa da realidade - A representação do mundo singular de cada pessoa construída a partir de suas percepções e experiências individuais. Não é apenas um conceito, mas toda uma maneira de viver, respirar e agir. Mediação - A habilidade de resolver uma disputa entre partes e pessoas. Meta - Radical que define o que existe num nível lógico diferente. Derivado do grego, significa "acima" ou "além". Metacognição - A capacidade de saber o que se conhece: ter uma habilidade e poder explicar como ela é realizada. Meta-estado - Estado sobre estados. Por exemplo, ter raiva de estar cansado. Metáfora - Comunicação indireta através de uma história ou figura de linguagem implicando uma comparação. Em PNL, metáfora abrange similaridades, histórias, parábolas e alegorias. Implica, de forma aberta ou oculta, que uma coisa é como outra. Metamodelos - Modelo que identifica os padrões de linguagem que impedem ou obscurecem o significado da comunicação. Utiliza a distorção, a omissão e a generalização e perguntas específicas que vão esclarecer e colocar em questão a linguagem imprecisa, para ligá-la a uma experiência sensorial e à estrutura profunda. Metaposição - Uma posição externa a uma situação que permite que você a veja de forma mais objetiva. Também usada para a posição de observador em exercícios de PNL. Metaprogramas - Filtros que aplicamos sistematicamente à nossa experiência. Modelagem - Processo de discernir a seqüência das idéias e comportamentos que permitem a alguém fazer uma tarefa. É a base da aprendizagem acelerada e da PNL. Veja artigo de Robert Dilts Modelo - Uma descrição prática da maneira como algo funciona e que tem como propósito a utilidade. Uma cópia generalizada, omitida ou distorcida, mas não demasiadamente simples, para ser útil. Modelo de mundo - O mesmo que mapa da realidade. Modelo Milton - O inverso do metamodelo. Utiliza padrões de linguagem bastante vagos para acompanhar a experiência de outra pessoa e ter acesso a recursos inconscientes. Uma série de padrões de linguagem modeladas por Grinder e Bandler a partir de Milton Erickson. Mudança de primeira ordem - Uma mudança que não tem ramificações futuras. Mudança de segunda ordem - Mudança que tenha extensas ramificações para áreas outras que não aquela onde a mudança ocorreu. Negociação - O processo de tentar obter seu resultado lidando com outra parte que pode desejar um resultado diferente. NeuroLingüística - é o estudo das relações entre a linguagem e os processos neurológicos (audição, visão, sensações, olfato e paladar). Níveis neurológicos - Também conhecidos como níveis lógicos da experiência: ambiente, comportamento, capacidade, crença, identidade e nível espiritual. Nível lógico - Algo está num nível lógico superior quando inclui algo que se encontra num nível lógico inferior. No tempo - Ter uma linha de tempo com o "agora" passando pelo seu corpo. Quando você está "no tempo", não percebe sua passagem, mas é "levado junto". Nominalização - Termo lingüístico para o processo de transformar um verbo em um substantivo abstrato e a palavra para o substantivo assim formado. Por exemplo: "relacionar" passa a ser "um relacionamento" - um processo se tornou uma coisa. Novo código - Abordagem da PNL, segundo o trabalho de John Grinder e Judith DeLozier, contida no livro "Turtles all the way down". Objetivo - Resultado específico que se deseja alcançar. Baseia-se nos sentidos e obedece a critérios de boa formulação. Olfativo - Relativo ao olfato. Omissão - No discurso ou no pensamento, exclusão de uma parte da experiência. Operador modal de necessidade - - Palavras que implicam regras quanto ao que é necessário. Por exemplo, "deveria, "deve", "ter que" e "não deveria". Veja artigo de Steve Andreas Operador modal de possibilidade - Palavras que implicam regras quanto ao que é possível. Por exemplo, "posso", "não posso", "possível", "impossível". Veja artigo de Steve Andreas Orientar - Modificar o próprio comportamento e estabelecer rapport, para que outra pessoa o siga. P Partes - Aspectos da personalidade que às vezes possuem intenções conflitantes. Pilares de PNL - Você, pressuposições, resultado, rapport, flexibilidade e feedback (acuidade sensorial). Pistas de acesso - As maneiras pelas quais ajustamos nossos corpos através de nossa respiração, postura, gestos e movimentos oculares para pensarmos de determinadas maneiras. Pistas de acesso oculares - Movimentos dos olhos em certas direções que indicam pensamento visual, auditivo ou cinestésico. Veja artigo Pistas visuais de acesso - Movimentos oculares em determinadas direções, que indicam pensamento visual, auditivo ou cinestésico. Veja artigo. O mesmo que Pistas de acesso oculares. PNL - Programação NeuroLingüística é definida como o estudo da estrutura da experiência subjetiva, o que pode ser deduzido e predito por ela já que se crê que todo o comportamento tem uma estrutura. (Richard Bandler) A parte "Neuro" da PNL reconhece a idéia fundamental de que todos os comportamentos nascem dos processos neurológicos da visão, audição, olfato, paladar, tato e sensação. Percebemos o mundo através dos cinco sentidos. "Compreendemos" a informação e depois agimos. Nossa neurologia inclui não apenas os processos mentais invisíveis, mas também as reações fisiológicas a idéias e acontecimentos. Uns refletem os outros no nível físico. Corpo e mente formam uma unidade inseparável, um ser humano. A parte "Lingüística" do título indica que usamos a linguagem para ordenar nossos pensamentos e comportamentos e nos comunicarmos com os outros. A "Programação" refere-se à maneira como organizamos nossas idéias e ações à fim de produzir resultados. A PNL trata da estrutura da experiência humana subjetiva, de como organizamos o que vemos através dos nossos sentidos. Também examina a forma como descrevemos isso através da linguagem e como agimos, intencionalmente ou não, para produzir resultados. Do livro: Introdução à Programação Neurolingüística - J.O'Connor/J.Seymour Ponte para o futuro - Ensaio mental de um objetivo para assegurar que o comportamento desejado irá ocorrer. Posição perceptiva - O ponto de vista que adotamos num determinado momento para ter consciência de alguma coisa. Pode ser o nosso próprio ponto de vista (primeira posição), o ponto de vista de outra pessoa (segunda posição), ou o de um observador objetivo (terceira posição). Postulado de conversação ou conversacional - Forma hipnótica de linguagem, uma pergunta que é interpretada como uma ordem. Predicados - Palavras que, baseadas nos sentidos, indicam o uso de um determinado sistema representacional. Veja artigo Pressuposições - Idéias ou crenças que são pressupostas, ou seja, consideradas como dadas e sobre as quais se age. Um dos pilares da PNL. Veja artigo Primeira posição - Maneira de perceber o mundo unicamente do nosso próprio ponto de vista. Estar em contato com a nossa realidade interna. Uma das três posições perceptivas. Programação neurolingüística - O estudo da excelência e o modelo de como as pessoas estruturam sua experiência. (Clic na letra) A B C D E F G H I J L M N O P Q R S T U V X Z Q Quantificadores universais - Termo lingüístico que se aplica a palavras como: “todos” e “sempre”, que não admitem exceções. Uma das categorias do metamodelo. Quebra de estado - O uso de movimento, som ou imagem para mudar o estado emocional. (Clic na letra) A B C D E F G H I J L M N O P Q R S T U V X Z R Rapport - Um relacionamento de confiança e responsividade com você mesmo ou com os outros. Um dos pilares da PNL. Veja artigo Recapitulação - Revisar ou resumir, usando as palavras-chave, os gestos e a tonalidade de voz de outra pessoa. Recurso - Qualquer coisa que possa ajudá-lo a alcançar um resultado. Por exemplo, fisiologia, estados, pensamentos, crenças, estratégias, experiências, pessoas, eventos, bens, lugares e histórias. Remodelar - O mesmo que ressignificar. Representação - Uma imagem mental; informações sensoriais codificadas ou armazenadas na mente. Representações internas - Padrões de informação que criamos e armazenamos em nossa mente, combinando imagens, sonhos, sensações, cheiros e paladares. Ressignificacão - Compreender uma experiência de forma diferente, dando a ela um significado diferente. Ressignificação de conteúdo - Tomar uma afirmação e dar-lhe um novo significado, voltando a atenção para outra parte do conteúdo e perguntando: “O que mais isto poderia significar?” Ressignificação de contexto - Mudar o contexto de uma declaração dando-lhe outro significado,através da pergunta: “Onde essa reação seria adequada?” Ressignificar - Mudar a estrutura de referência para lhe dar um novo significado. O mesmo que remodelar. Resultado ou objetivo - Uma meta desejada, específica e sensorialmente baseada. Você sabe o que verá, ouvirá e sentirá quando o tiver alcançado. Um dos pilares da PNL. (Clic na letra) A B C D E F G H I J L M N O P Q R S T U V X Z S Segmentação - Mudar sua percepção, subindo ou descendo um nível lógico. O metamodelo segmenta para baixo a parir da linguagem, solicitando instâncias específicas. O Modelo Milton segmenta para cima a partir da linguagem, incluindo uma série de instâncias específicas possíveis em uma estrutura de frase geral. A metáfora segmenta para o lado para um significado diferente no mesmo nível. A segmentação para baixo implica descer ao nível inferior para obter um exemplo específico daquilo que se está estudando. Isto pode ser feito na relação entre membros e classe, ou partes e todo. Segunda posição - Aquela em que se percebe o mundo do ponto de vista de outra pessoa, em harmonia e em contato com a realidade dela. Uma das três posições perceptivas Sinergia - Esforço coordenado de vários subsistemas na realização de uma tarefa complexa ou função. Diz-se que o todo supera a soma das partes. Sinestesia - Uma ligação automática de um sentido para outro. Por exemplo, quando o som da voz de uma pessoa faz com que você se sinta bem. Sistema condutor ou orientador - O sistema representacional que você usa para acessar informações armazenadas. Por exemplo, para algumas pessoas, uma imagem mental de um período de férias trará devolta a experiência inteira. Sistema preferencial - O sistema representacional que a pessoa usa habitualmente para pensar de maneira consciente e organizar sua experiência. Sistema principal - O sistema representacional que encontra informações para alimentar a consciência. Sistema representacional - Os diferentes canais através dos quais nós representamos informações internamente, usando nossos sentidos: visual (visão); auditivo (audição); cinestésico (sensação corporal); olfativo (olfato) e gustativo (gosto). Sistema representacional preferido ou preferencial - O sistema representacional que um indivíduo tipicamente usa para pensar de forma consciente e organizar sua experiência. Sistema vestibular - Sistema representacional que lida com a sensação de equilíbrio. Sobrepor - Usar um sistema representacional para ter acesso a outro; por exemplo, criar uma cena e depois ouvir os sons dessa cena. Submodalidades - As distinções finas que fazemos em cada sistema representacional, as qualidades de nossas representações internas e os menores blocos de construção de nossos pensamentos. Substantivação - Termo linguístico que indica o processo de transformar um verbo em substantivo abstrato. Exemplo: pensar - pensamento Sujeitos não especificados - Sujeitos que não declaram claramente a quem ou a que se referem, por exemplo, "eles". Terceira posição - Aquela em que se percebe o mundo do ponto de vista de um observador distante e indulgente. Uma das três posições perceptivas. Transe - Estado alterado de consciência em que a atenção se volta para dentro e se concentra em poucos estímulos. U Universais ou quantificadores universais - Palavras como "todos", "tudo" e "nunca" que não admitem exceção. V Valores - Aquilo que é importante para a pessoa, por exemplo, saúde. Verbos não especificados - Verbos cujo advérbio foi omitido e portanto não expressam a maneira como a ação foi feita. O processo não fica especificado. Por exemplo, "pensar" ou "fazer". Visual - Relativo ao sentido da visão. Visualização - O processo de ver imagens mentais.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Para entender e superar o medo

Pode ser de avião, de insetos, de dirigir, de falar em público. O medo é inerente ao ser humano, e se manifesta diversas vezes ao longo da vida, de diferentes maneiras. Às vezes, nasce sem motivo aparente, e pode atrapalhar atividades do dia a dia, o que mina a autoconfiança e limita o indivíduo, deixando-o inseguro.
O ser humano não nasce com temores. Toda criança é ousada; mexe na tomada e puxa o rabo do cachorro porque não conhece ou não teme as consequências de seus atos. Em algum momento da vida o indivíduo adquire certos medos, geralmente alocados na primeira infância.
O cérebro tem uma capacidade fantástica: consegue aprender um trauma em segundos e se lembra dele pelo resto da vida. Mas também tem a capacidade de desaprender o medo com a mesma velocidade, e reagir de forma diferente diante de um mesmo estímulo. Não são necessários anos de terapia para que o cérebro elimine o registro negativo, contanto que possamos supri-lo com as ferramentas corretas.

A Programação Neurolinguística ajuda a descobrir qual o momento em que foi gerada a fobia. O simples contato com um filme ou uma fotografia que mostra o objeto do medo – de aranhas gigantes a acidentes aéreos - pode ter sido o gerador de tanto pavor.

A partir do contato com a sensação que causa o medo, é hora de mudá-lo. A PNL vai munir o indivíduo com recursos para lidar com aquela situação, e que não estavam disponíveis quando ela aconteceu. Quando a criança se assustou com o filme sobre aranhas gigantes, por exemplo, ela se sentiu indefesa, desprotegida. Ao resgatar esse sentimento, é preciso atualizar as informações contidas nele. Não se pode mudar a história, mas é possível trabalhar a maneira como a sensação ficou arquivada.

É importante ajudar a pessoa a lembrar-se de momentos em que se sentiu amparada, e trazer essa sensação reconfortante para os momentos em que o incidente assustador for lembrado. O indivíduo pode aprender que há outros caminho além do medo.

Ao final, a pessoa pode continuar não gostando de aranhas ou de aviões, mas irá conseguir ver um inseto ou viajar se sentindo tranquila, segura e confortável. A PNL é como uma caixa de ferramentas que proporciona ajuda na superação de fobias. Sem receios e limitações, é possível ganhar autonomia, o que eleva a autoestima e proporciona uma melhor qualidade de vida.
Sobre o Autor: Gilberto Cury é presidente da SBPNL - Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística

Freie o “vírus do vai assim mesmo”

A falta de compromisso com a qualidade no atendimento ainda é algo muito visível em diversas empresas. Imagine a seguinte situação: você vai a um restaurante ou pizzaria, faz a sua escolha e pede para que o garçom exclua a cebola do prato. Em seguida o garçom traz o seu pedido repleto de cebola. Talvez ele até tenha visto no pedido sem cebola, mas depois de pronto olhou o prato com cebola e pensou, "vai assim mesmo".
Temos que aprender a frear o "vírus do vai assim mesmo", aquele pensamento que nos leva a fazer as coisas de forma incompleta e sem a devida qualidade. Muitas empresas possuem essa cultura de fazer as coisas do jeito "vai assim mesmo" e amargam péssimos resultados por muito tempo, e o pior, não fazem nada de consistente para mudar.
Quantas vezes você pagou um prejuízo desnecessário em sua vida pessoal, quando pensou "ah, vai assim mesmo", sabendo que precisava arrumar, organizar ou fazer manutenção em algo? Você já deve ter ouvido a seguinte experiência: um cliente contrata um serviço de instalação para a residência dele, porém, o serviço ficou incompleto, mal acabado, e, com certeza, mais um cliente insatisfeito, pois foi feita a famosa "gambiarra" e não uma prestação de serviço que prime pela qualidade e eficácia. "Gambiarra", em alguns dicionários brasileiros, significa "uma extensão ilegal para levar eletricidade a algum ponto ou remediar de improviso uma passagem de corrente elétrica". Outra definição: "uma solução improvisada para resolver um problema". Mais uma forma de aplicar o jeito "vai assim mesmo", que, provavelmente, surge da acomodação, que é um dos piores estados que o ser humano deixa tomar conta de si.

É muito comum observar que as empresas planejam, criam suas políticas de qualidade e algumas até treinam suas equipes, mas a ação depois de tudo isso não é efetiva. Isso gera um alto nível de incongruência, a prática não condiz com a teoria. A maneira mais rápida de perder a confiança é mostrar uma coisa e acabar fazendo outra. Não adianta colocar na propaganda que o seu produto ou serviço tem qualidade se na prática não é bem assim. A incongruência no processo de atendimento aos clientes está ligada a famosa onda que paira nas empresas: "o produto é bom, mas o serviço é ruim". Os clientes buscam empresas altivas, que primem pela qualidade e que ofereçam serviços que excedam suas expectativas. Para isso, o foco e a dedicação de todos os envolvidos na prestação de um serviço é o caminho para conquistar e manter clientes no mercado acirrado dos dias atuais.

É fundamental que os líderes envolvam as pessoas no processo de melhoria contínua, incentivando, treinando e recompensando os esforços feitos na direção da qualidade. Os gestores precisam ficar atentos ao processo de seleção de pessoas, pois, se a empresa tem como valores a qualidade e a eficácia para garantir a satisfação do cliente, deverá contratar aquelas pessoas que tenham valores semelhantes aos seus, pois pessoas que seguem a cultura do "vai assim mesmo" não estão habilitadas para gerar resultados satisfatórios.

Quando um profissional está diante de uma situação que exige dele uma melhor resposta, deverá reconhecer que possui um papel importante naquilo que está fazendo, colocando atitude, iniciativa e flexibilidade para fazer o melhor que puder. Ao deixar que o "vírus do vai assim mesmo" tome conta, estará faltando com respeito àquela pessoa que está recebendo seu atendimento.

Portanto, não prejudique a sua imagem e a imagem da empresa onde você trabalha deixando com que o "vírus do vai assim mesmo" faça parte de seu comportamento profissional. Dedique-se, tenha iniciativa e procure fazer o seu melhor. E se em algum momento não puder fazer o seu melhor, então busque inovar, crie alternativas, mas não deixe de atribuir qualidade naquilo que se propõe a fazer.

Sobre o autor
Cersi Machado: Atua há mais de 10 anos em T&D. Palestrante motivacional e treinador comportamental. Aplica uma metodologia inovadora em treinamentos, combinando Neurociência, Coaching, PNL e Emotologia. Seu trabalho é reconhecido com selos de qualidade, conforme item 4.3.5. ISO 10015. Cersi foi escolhido para integrar o Guia de Palestrantes do Brasil 2010. Autor de dois livros e coautor do livro Ser+Líder.

Como está a nossa Conta Bancária Emocional

Foi num domingo a tarde que busquei na estante um livro que preenchesse meu tempo e ai reencontrei “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes” de Stephen Covey que havia lido há 6 anos. Parecia um novo livro. As frases marcadas naquela época pareciam dar recados diferentes. Algo mudou na minha consciência nesses anos.
O que mais chamou atenção foi reler o 3º hábito, quando Covey fala sobre a qualidade dos nossos relacionamentos. E explica de forma metafórica que nosso relacionamento com alguém é como uma conta bancária onde podemos fazer diariamente depósito e retirada e ainda ver o saldo da conta quando quisermos.
A conta bancária emocional é uma metáfora que descreve a quantidade de confiança que acumulamos nos relacionamentos. Faz-se retirada, ao tecer comentários que invalida o outro, falar mal dos ausentes, dar ouvidos às fofocas e trair a confiança. Outra freqüente retirada é a postura de julgar e acusar antes de perguntar. Agindo assim, sem ouvir os dois lados, pode-se cometer injustiças. Ser digno de confiança torna-se cada dia mais uma característica que agrega muito valor a pessoa. Quem não se orgulharia de receber esse elogio? Sabe-se que a queda de confiança deixa contas bancárias no vermelho.

Algumas pessoas fazem diariamente saques automáticos na conta dos colegas. Deixam de dar reconhecimento, mentem, adiam questões importantes. Outros são ásperos, indiferentes aos acertos, calam-se diante das condutas vitoriosas, são incapazes de elogiar, estão sempre em dívida com os colegas de trabalho. Para a Programação Neurolinguistica, comportamento é resposta de comportamento. A relação de confiança depende do investimento feito nesta conta bancária emocional, que ao longo da convivência afasta ou aproxima as pessoas recebendo créditos ou débitos. Segundo Covey, os 6 principais depósitos desta conta são:

1°)a compreensão do outro indivíduo, fazer ao outro o que deseja que façam a você;

2°)prestar atenção às pequenas coisas que as pessoas dizem, entender que gente é feita de sentimentos suaves e emoções intensas;

3°)honrar os compromissos assumidos, garantir a credibilidade;

4°)esclarecer as expectativas, colocar em negociação todas as expectativas;

5°)demonstrar integridade pessoal, gerar confiança;
6°)pedir desculpas sinceras sempre que necessário.
Uma reserva de confiança abundante exige depósitos contínuos. Um bom exemplo é um casamento quando em vez de uma relação de entendimento, a situação cai na acomodação e os cônjuges passam a viver cada um em seu estilo e de modo relativamente tolerante. Essa relação pode se deteriorar ainda mais chegando à hostilidade. O confronto ou afastamento provocam discussões e distanciamento. Isso pode acabar numa guerra fria dentro de casa, que não explode apenas por causa das crianças, pressão social ou proteção da imagem. Pode acabar em guerra total nos tribunais onde as batalhas legais dos egos feridos podem ser levadas adiante durante anos.

Nossos relacionamentos exigem depósitos freqüentes. Sua conta com as pessoas exige cuidado para construir a confiança e amor incondicional. Pense no impacto causado na sua família pelo uso de palavras gentis, obrigado, por favor, ou atos inesperados e prestativos como, levar as crianças para brincar, ou encontrar pequenos meios de demonstrar amor. Para cada retirada são necessários depósitos para repor o saldo.Como está a nossa conta bancária emocional? Será que estamos administrando bem ou estamos no vermelho?
Luiza Lopes

Hora da mudanças

Estamos no terceiro milênio e parece que algumas organizações ainda resistem em usar a capacidade de seus funcionários para acompanhar as mudanças que ocorrem numa velocidade cada vez maior, em todos os setores. Fala-se muito em Recursos Humanos, porém entre teoria e prática continua havendo grande distância. RH - recursos humanos - é um campo de atividade tão antigo quanto o próprio homem e seus agrupamentos.

Da Pré-História ao século XVIII, quando ocorreu a Revolução Industrial, o perfil dos Recursos Humanos foi esculpido num campo de atividades econômicas rudimentares, onde as ações administrativas estavam relacionadas com a política, a militar e a religiosa. A Revolução Industrial permitiu que os Recursos Humanos marcassem presença no mundo empresarial. A marca deixada neste tempo todo, e que em muitos lugares persiste até hoje, é a do autoritarismo, com uma minoria pensante e uma maioria executante de um trabalho altamente hierarquizado, burocratizado. Somente no início do século XIX é que começam a surgir na Europa propostas para a democratização e humanização desse totalitarismo organizacional.

Se espremermos todas as técnicas de produção e administração, das antigas às mais modernas, o suco é um só: o ser humano quer ser respeitado, quer agir, palpitar, participar, falar, pensar e emitir suas opiniões. Já se foi a época das relações feudais de trabalho. A confiança habilita, o medo congela. Os sistemas hierárquicos baseados em estruturas de domínio e submissão, limitam as interações sociais e impedem a cooperação humana inteligente. E para que uma organização possa ser inteligente, ela precisa usar a inteligência de seus membros.

É fácil administrar a presença física das pessoas na organização, mas a cabeça e a alma delas já é outra questão. Podemos comprar a presença, a execução e até a eficiência dos funcionários, mas a eficácia, a garra, a vontade, os sentimentos, não estão sob o controle de qualquer diretor, gerente ou chefe.

Lembro-me desde os tempos de estudante de Administração de Empresas da FGV, que se comparava uma empresa ao ser humano, ambos possuem corpo, mente e alma. Na empresa o corpo seria a parte racional, material da organização; a mente trataria das questões filosóficas, traduzindo seus valores e missão ; a alma é o coração, a parte afetiva, do intercâmbio entre as pessoas. Uma empresa não pode ser só corpo, ou corpo e mente, ou só mente, ou só alma. Ela precisa ter corpo, mente e alma em perfeita sintonia.

Charles Chaplin em “ Tempos Modernos “ conseguiu tecer uma brilhante crítica ao sistema produtivo que prioriza a máquina em detrimento do homem, considerado uma simples engrenagem do processo industrial. Deveríamos nos lembrar de Chaplin mais amiúde, pois as organizações precisam olhar seus funcionários como capital e não como recurso. Com certeza, quem investir no ser humano, gerando maior envolvimento,diminuirá o desperdício e os custos, aumentando a qualidade, produtividade e competitividade.

Hoje, os recursos humanos, a relação com os empregados, deve ser constantemente repensada, Há que se estimular cada vez mais o desenvolvimento pessoal do empregado, porque o sucesso de uma empresa é determinado principalmente pelo comprometimento de todos os seus integrantes.

Numa época em que só se fala em globalização, a capacidade de sobrevivência de uma empresa é diretamente proporcional a sua capacidade de se transformar e mudar, utilizando da melhor maneira seus recursos humanos, ancorada numa fórmula infalível: respeito.

Sem respeito não há liberdade. Sem liberdade não há criatividade. Sem criatividade não há inovação e sem inovação é a morte. Portanto, aos que precisam e querem sobreviver, mas ainda estão apegados ao passado, é hora de parar para repensar a organização, permitindo e até incentivando seus funcionários a buscar a vida em sua plenitude, porque o sentido do trabalho é o mesmo sentido dado à vida.

Ressignificação em Seis Passos

Auto-Aplicável: Sim

Para desfrutar das vantagens da Ressignificação em Seis Passos, sente-se em uma cadeira confortável e siga os passos indicados a seguir. É provável que você consiga resultados completos ao seguir este processo. Mesmo quando não chegam ao final, as pessoas sempre sentem os resultados benéficos dos passos que conseguem completar. Em geral, é mais fácil alcançar resultados com a ajuda de alguém que conheça o m étodo.
Alguns dos passos do processo podem parecer um tanto estranhos. Nós os achamos estranhos no início. Sempre dizemos: "A única razão para fazermos algo tão estranho é que alcançamos resultados — em geral, de maneira fácil e rápida". O pior que pode acontecer é nada, e com freqüência as pessoas obtêm novas opções para p roblemas que as incomodaram durante anos.

Passo nº 1. Escolha um comportamento ou sentimento de que não gosta.

Talvez você fume, coma demais, deixe tudo para a última hora ou sinta-se incapaz ou chateado, as vezes, ou ainda sofra de algum problema físico. Escolha algo específico (X) e depois pense "naquele seu lado que o faz fazer X".

Passo nº 2. Inicie uma conversa com esse seu lado.

Primeiro, vá para dentro de si mesmo e peça desculpas a esse seu lado por não lhe ter dado a devida importância antigamente. Diga-lhe que agora percebe que ele deseja fazer algo importante e positivo por você, ao fazer X, mesmo que ainda não saiba exatamente qual seja esse propósito positivo. Quanto mais delicado e educado você for com esse seu lado, mais ele estará receptivo para se comunicar com você.

Agora, feche os olhos e faça em silêncio a seguinte pergunta: "Será que este meu lado que me faz fazer X estaria disposto a se comunicar agora comigo, de maneira consciente?" Após ter feito a pergunta, observe o que vê, ouve ou sente. Isso pode parecer estranho, mas não há problema; apenas observe o que acontece. Geralmente, recebemos vários sinais do nosso lado inconsciente: a imagem de uma pessoa ou de um animal que sacode a cabeça, uma cor ou uma forma, sons ou palavras. Muitas pessoas sentem uma sensação no corpo — um repuxamento na espinha, calor nas mãos ou no rosto, um aumento dos batimentos cardíacos, ou algo diferente.
Talvez você sinta algum aspecto da antiga reação em relação ao problema. Por exemplo, se estiver trabalhando com um lado que o faz sentir-se zangado, talvez sinta um ponto de tensão no estômago ou um aperto no coração. Alguns sinais são tão específicos e surpreendentes que sabemos imediatamente que há um outro lado nosso que está se comunicando conosco. Às vezes, o sinal pode se parecer com os nossos pensamentos e imagens normais. Assim que conseguir obter um sinal, pare para agradecer ao seu lado por estar se comunicando.
Como a remodelagem funciona com os lados "inconscientes" das pessoas, é muito importante que o sinal seja tal que não possa ser repetido através de um esforço consciente. Isso lhe dará a certeza de que não está enganando a si próprio. Tente imitar conscientemente o sinal que recebeu. Se não for possível, o sinal é válido, e você pode passar ao passo seguinte. Se for possível repetir o sinal, diga simplesmente ao seu lado interior: "Para que eu possa ter certeza de que estou me comunicando com você, preciso receber um sinal que esteja realmente fora do meu controle. Como consegui repetir o sinal que você acabou de me enviar, por favor escolha um outro que eu não consiga repetir", e espere por uma nova resposta. A cada vez que o lado interior se comunicar, agradeça-lhe a resposta — mesmo que ainda não a compreenda bem.

O que quer que veja, ouça ou sinta como resposta à sua pergunta, é necessário saber o que significa o sinal — quando o lado que está se comunicando está dizendo "sim" ou "não". Você deve ir para dentro de si mesmo e perguntar: "Para que eu possa saber exatamente o que você quer dizer, se isto é um sim, se está disposto a se comunicar comigo em nível consciente, por favor aumente o sinal" (luminosidade, volume ou intensidade). Se você quer dizer não, que não está disposto a se comunicar, por favor diminua o sinal" (l uminosidade, volume ou intensidade).

Normalmente, o sinal deve aumentar ou diminuir, e não importa qual seja a resposta. Se o seu lado interior mandar um sinal de que não deseja se comunicar, ainda assim é um tipo de comunicação. Quase sempre, esta mensagem quer simplesmente dizer que existe um tipo de informação que esse seu lado não quer comunicar, e nesse caso não há necessidade de comunicação.

Passo nº 3. Separar o comportamento da intenção positiva.

Este é o momento de distinguir entre o comportamento ou reação do lado interior e o seu objetivo ou intenção positiva. É importante lembrar que partimos do princípio de que, mesmo que o lado interior esteja fazendo algo de que não gostamos, ele o está fazendo com algum propósito positivo importante.

Vá para dentro de si mesmo e pergunte a esse seu lado: "Você está disposto a me informar o que há de positivo quando me faz fazer X?" Ele pode lhe responder com o mesmo sinal de sim ou não criado no passo nº 2.

Se seu lado interior disser que sim, agradeça-lhe e pergunte-lhe se deseja esclarecer o motivo. Se ele disser não, agradeça-lhe também e diga-lhe que você está partindo do princípio de que ele deve ter suas razões para não lhe esclarecer o motivo agora. Então, pode passar ao passo nº 4, mesmo que não saiba conscientemente qual a intenção positiva.

É muito importante não tentar "adivinhar" os motivos do lado interior, achando que sabe o que ele está querendo nos dizer. A ressignificação nos fornece um meio de obter a resposta diretamente do lado interior. Se não tiver certeza do que ele está dizendo ou mostrando, pode usar o sinal de sim ou não para saber. Por exemplo, pode-se dizer mentalmente: "Acho que sua intenção positiva é me ajudar a ser bem-sucedido. Por favor, dê um sinal de sim, se for verdade, ou de não, se eu estiver enganado". Cada pessoa recebe mensagens que são válidas apenas para ela e que podem ser completamente diferente das mensagens recebidas por outras pessoas. A enxaqueca pode conter uma mensagem diferente para cada pessoa. (Pior ainda é tentar adivinhar o que querem dizer os lados interiores de outras pessoas e dizer o que achamos que pode ser propósito.)

Se receber um "propósito positivo" que não lhe agrade ou lhe pareça negativo, agradeça ao seu lado pela informação. Em seguida, pergunte: "O que quer fazer por mim de positivo com essa atitude?" Continue a fazer esta pergunta até obter um propósito positivo com o qual esteja de acordo.

Até aqui, chamamos o seu lado interior de "o lado que faz você fazer X". Agora, passaremos a chamá-lo "o lado que quer Y", pois estaremos reconhecendo e aceitando sua intenção positiva.

Passo nº 4. Descobrir novos comportamentos ou reações.

Peça mentalmente ao seu lado que use o sinal de sim/não para responder à seguinte pergunta: "Se houvesse outras maneiras que você (o lado que quer Y) achasse positivas, gostaria de usá-las?" Se seu lado interior compreender o que você está dizendo, sua resposta será sempre sim. Você está lhe oferecendo melhores opções para conseguir o que deseja, sem eliminar a sua antiga maneira de agir. Se obtiver uma resposta negativa, isso significa apenas que o lado não entendeu o que você está lhe oferecendo. Neste caso, explique-lhe de maneira mais clara, para que ele possa entender e concordar.

Agora, pare um instante para perceber o seu lado criativo. Todos nós temos um lado criativo. É importante esclarecer que não estamos falando de criatividade artística. Trata-se apenas do nosso lado que descobre uma nova maneira de distribuir os móveis ou imagina uma maneira diferente de se divertir. Se preferir usar uma palavra diferente no lugar de criativo, perfeito. Qualquer que seja o nome que você lhe dê, esse seu lado vai gerar maneiras alternativas de satisfazer a intenção positiva.

Vá para dentro de si mesmo e peça ao seu lado que quer Y que "Entre em contato com o lado criativo e diga-lhe qual é sua intenção positiva, para que ele possa entender". Depois, convide seu lado criativo a participar, da forma que esses lados mais gostam de fazer: "Assim que entender qual é a intenção positiva, por favor comece a criar outras possibilidades para atingir esse propósito e as comunique ao lado que deseja Y". Algumas dessas possibilidades não vão funcionar, outras talvez funcionem em parte, enquanto outras funcionarão às mil maravilhas. A função do lado criativo é examinar rapidamente as possibilidades, de forma que o outro lado possa escolher a que julgar mais conveniente. "O lado que deseja Y poderá então selecionar novas maneiras tão boas ou melhores do que X para alcançar o seu propósito positivo. A cada vez que selecionar uma escolha melhor, ele me fará um sinal de sim, para que eu saiba.'

Quando tiver recebido três sinais positivos, pode passar ao passo seguinte. Agradeça tanto ao seu lado criativo quanto ao lado que deseja Y a ajuda que acaba de receber, mesmo não sabendo conscientemente quais são suas três novas opções.

Passo nº 5. Comprometimento e teste do processo.

Pergunte ao lado que deseja Y: "Você está realmente disposto a usar essas novas opções nas situações apropriadas, para descobrir como elas vão funcionar?" Peça ao lado que responda com o sinal de sim ou não. Se a resposta for sim, passe ao passo nº 6. Se for não, descubra qual é a objeção. Talvez tenha de voltar ao passo nº 5, para obter novas opções que satisfaçam à objeção.

Passo nº 6. Verificação da ecologia interna.

O lado que deseja Y está satisfeito, pois tem três novas opções. Agora, pergunte mentalmente aos seus outros lados: "Algum de vocês tem alguma objeção quanto às novas opções?" Se não receber nenhum sinal interior, o processo está completo. Se receber algum sinal — seja vendo, ouvindo ou sentindo algo dentro de você —, é preciso saber se é uma objeção real ou se simplesmente um lado seu está empolgado por ter novas opções. Diga: "Se tiver alguma objeção, por favor aumente o sinal de sim; se não tiver objeção, diminua-o, para que se torne um não." Se houver um lado com objeção, você poderá retomar o processo de Ressignificação em Seis Passos com o novo lado e com o lado que deseja Y, para encontrar três novas opções que satisfaçam as intenções positivas de ambos os lados. Se receber vários sinais de objeção, volte ao passo nº 2 e peça a todos os seus lados que tenham objeções que formem uma "comissão" que irá identificar as intenções positivas de cada um dos lados e selecionar novas opções dentre as geradas pelo lado criativo. É importante ter certeza de que cada uma das novas opções satisfaça todos os lados em questão. Um consenso, ao invés de um voto por maioria, resultará numa mudança duradoura e tranqüila. A partir do momento em que todos os lados estejam de acordo, você irá automaticamente agir de maneiras novas e mais eficientes.

Depois de usar a Ressignificação em Seis Passos inúmeras vezes em nós mesmos e em outras pessoas, vimos que este método oferece uma forma de nos amarmos. Não há dúvida de que, se olharmos apenas os comportamentos e sentimentos que nos desagradam, é fácil não gostarmos de nós mesmos e dos outros. A ressignificação nos mostra como sermos receptivos a cada um desses comportamentos e sentimentos, graças aos seus propósitos positivos. Se nos sentimos infelizes, culpados, zangados ou embaraçados, ao invés de nos criticarmos por termos esses sentimentos, podemos aceitá-los e descobrir qual o propósito positivo de cada um deles. À medida que descobrimos outras formas de atingir esses objetivos positivos, não mais precisaremos ter sentimentos desagradáveis ou comportamentos problemáticos.

Técnica extraída do Livro: A Essência da Mente: Usando seu Poder Interior para Mudar. C. ANDREAS & STEVE ANDREAS - Editora Summus

Cura Rápida de Alergia (Contra-Exemplo)

Auto-Aplicável: Não

PASSO 1 - CALIBRAÇÃO Pergunte como a pessoa se sente na presença do alérgeno. Observe a fisiologia da pessoa, pistas oculares de acesso, respiração, etc.

PASSO 2 - EXPLIQUE O ERRO DO SISTEMA IMUNOLÓGICO Explique que o sistema imunológico fez um erro interpretando como prejudicial algo que, na realidade, não é. O sistema imunológico catalogou como perigoso algo que não é. Ele pode ser re-treinado rapidamente.

PASSO 3 - CHEQUE A ECOLOGIA E GANHOS SECUNDÁRIOS O que seria sua vida sem isso? Alguma conseqüência positiva ou negativa? Lide com questões de ecologia com um plano de ação antes de continuar.

PASSO 4 - ENCONTRE UM CONTRA-EXEMPLO APROPRIADO Encontre algo que serve de contra-exemplo, se possível o Explorador escolhe. Um contra-exemplo seria uma substância ou material semelhante ao alérgeno, ao qual o sistema imunológico responda apropriadamente. Quanto mais semelhante, melhor. Por exemplo o contra-exemplo de farinha de trigo para alergia a poeira. Também é interessante encontrar um contra-exemplo que, a princípio, seria mais tóxico que o próprio alérgeno. Por exemplo gasolina como um contra-exemplo a alergia a pergume. Peça que a pessoa imagine estar na presença do contra-exemplo, vivenciando a experiência, associada. Ancore a resposta e, então, segure a âncora durante todo o processo.

PASSO 5 - FAÇA A PESSOA DISSOCIAR-SE Imaginar uma parede de vidro é uma maneira fácil de estabelecer a dissociação. Enquanto segura a âncora, peça à pessoa que se veja do outro lado do vidro com seu sistema imunológico respondendo perfeitamente. Use uma linguagem florida, sugerindo que ela é a pessoa que ela quer ser e que seu sistema imunológico opera adequadamente.

PASSO 6 - GRADUALMENTE, INTRODUZA O ALÉRGENO Enquanto a pessoa está se observando lá atrás do vidro, introduza devagarzinho o alérgeno, a coisa que costumava causar nele a resposta alérgica. Introduza-o gradualmente, dando oportunidade para a pessoa acostumar-se a ele. Espere até ver uma mudança fisiológica. É como se o sistema imunológico dissesse "Tudo bem, eu consegui".

PASSO 7 - REASSOCIAR Traga a pessoa para dentro de seu próprio corpo e faça-a imaginar que está na presença do alérgeno, enquanto você continua segurando a âncora de recursos.

PASSO 8 - PONTE AO FUTURO Faça-a imaginar um momento, no futuro, em que ela vá estar na presença do alérgeno que costumava causar uma resposta alérgica.

PASSO 9 - TESTE Teste cuidadosamente no momento. Se não for possível, recalibre para ver se a fisiologia, as pistas oculares de acesso, a respiração, etc, mudaram.
Fonte: Indesp - Instituto de Desenvolvimento Pessoal

Exercício de Compaixão

Este exercício pode ser feito em qualquer lugar onde existem pessoas reunidas (aeroportos, shoppings, parques, praia, etc.) Deve ser feito com uma pessoa estranha, discretamente, a certa distância. Execute os cinco passos com a mesma pessoa.

Passo 1: Com a atenção voltada para a pessoa, repita para si mesmo: "Assim como eu, esta pessoa também está buscando alguma felicidade para sua vida."

Passo 2: Com a atenção voltada para a pessoa, repita para si mesmo: "Assim como eu, esta pessoa está tentando evitar sofrimento em sua vida."

Passo 3: Com a atenção voltada para a pessoa, repita para si mesmo: "Assim como eu, esta pessoa têm conhecido tristeza, solidão e desespero."

Passo 4: Com a atenção voltada para a pessoa, repita para si mesmo: "Assim como eu, esta pessoa está buscando satisfazer suas necessidades."

Passo 5: Com a atenção voltada para a pessoa, repita para si mesmo: "Assim como eu, esta pessoa está aprendendo sobre a sua vida."

Sobre o Autor
Harry Palmer é professor e psicólogo, que desenvolveu os ensinamentos e exercícios do Avatar

Cura de Dor de Cabeça

Auto-Aplicável: Sim
Ao final deste procedimento que, na maioria das vezes, se faz em uma sessão de 50 minutos, a pessoa libera a energia de cura que estava bloqueada e que agora passa a se expressar sob a forma de sentimento de “gratidão”, que funciona como um dos mais poderosos instrumentos de cura dos males psicoemocionais.

Sugerimos aos iniciantes neste campo, que experimentem o processo em sintomas, como a dor de cabeça aguda, até ganharem a confiança de aplicá-lo nos sintomas mais graves.

PROCEDIMENTO
1) Focalize a sua dor de cabeça, permita-se senti-la de modo receptivo, para que possa descrever a intensidade do desconforto, situando-o em uma escala de 0 a 10, em que 10 representa o maior grau e 0 a ausência de desconforto. Tal descrição deve ser feita no presente e em termos sensoriais (VAC).

2) Em seguida, coloque uma cadeira em sua frente e imagine uma folha de cartolina sobre a cadeira, acompanhada de vários lápis de cor ou pincéis coloridos à sua disposição, para que represente a dor de cabeça visualmente, através de um desenho. Não é necessário fazer o desenho efetivamente, basta imaginá-lo. Estamos sugerindo que passe a representação mental da dor para aquela cartolina, usando as cores que desejar na forma que quiser. Isto implica em mudar o sistema representacional da dor de cinestésico (C) para visual (V).

3) Depois que a representação visual estiver concluída, expresse verbalmente todos os sentimentos provocados pela dor,. por ex.: “Você está me deixando louco”, “Não te suporto mais, sai de mim! Vá embora!” etc. Você deve expressar toda a negatividade existente em seu interior relacionada ao sintoma representado na cartolina imaginária, falando diretamente ao sintoma.

4) Depois pense em uma pessoa ou uma circunstância de sua vida, para a qual fizesse sentido dizer tudo o que foi dito à representação visual de sua dor. Logo que a pessoa ou circunstância seja encontrada, faça uma substituição colocando o que tiver sido encontrado no lugar da cartolina e repita tudo que falou à representação, como se estivesse falando com a pessoa ou circunstância que o sintoma evocou. Uma das evidências de que encontrou-se a raiz do problema é que você, neste ponto, coloca mais energia e realismo em sua atuação.

5) Mude agora de cadeira, colocando-se no lugar do outro e respondendo ao que foi dito. Expresse-se totalmente, a partir do ponto de vista do outro (segunda posição perceptiva). Depois volte à cadeira original (primeira posição) e faça a réplica. Mantenha o diálogo até encontrar uma estrutura de concordância, até você se conscientizar da contribuição que vem fazendo para manter o sintoma.

6) Volte à escala de 0 a 10 e indique em que grau está o seu desconforto. Geralmente neste ponto o sintoma já desapareceu completamente. Se, entretanto, ainda restar algum desconforto, repita com ele o processo a partir do passo 2, repetindo tantas vezes quantas forem necessárias para zerar o problema. Considera-se zerado quando a dor de cabeça tiver desaparecido completamente. No caso de se estar trabalhando com sintomas crônicos, considera-se zerado quando todo o peso emocional tiver dado lugar a um sentimento de leveza através do perdão/gratidão.

7) Verifique se tudo está bem para você. Faça um teste, imaginando-se num futuro próximo, numa situação em que normalmente a dor de cabeça ocorreria. Observe como se sente. Tudo bem? Então cumprimente-se pelo poder do cérebro que você tem e boa sorte!

FONTE: PonteNciaL - Instituto de Programação Neurolingüística.

A paciência de Atisha

Atisha, um grande mestre tibetano, tinha um empregado que era muito desagradável. Estava sempre muito mal disposto, resmungava com tudo e arranjava problemas com todas as pessoas do mosteiro. Além disso, era muito malcriado com o mestre.


Indignados com a sua atitude os discípulos imploravam ao mestre que o mandasse embora, que o substituiriam no seu trabalho. Então Atisha respondia:

- E sem ele como é que vou treinar a minha paciência?

Consta que ao fim de uns anos, tratado carinhosamente por Atisha, o empregado se converteu.

Agora quando alguma coisa me irrita ou alguém me aborrece lembro-me desta história e agradeço a "este meu empregado Atisha" que me permite desenvolver a paciência.

A Maior Vitória

Quando o navio da Marinha chegou foi uma festa só. Todos correram ao único trapiche daquele pequeno município do interior da Amazônia, na certeza de que alguma coisa de boa iria acontecer em suas vidas. A maioria dos moradores já conhecia a importância da presença anual daquele navio para a cidade. Vieram médicos, enfermeiros, dentistas, psicólogos etc., que, mais uma vez, tinham uma grande missão social a cumprir naquela cidade.

Durante alguns dias o navio ficou ancorado naquele porto e, aos poucos, os marinheiros iam atualizando o conhecimento sobre a cidade, o povo, seus problemas, etc., e procuravam ajudar com as ferramentas que tinham trazido. Nas noites desses dias, as mocinhas se preparavam como podiam, na esperança de arranjar alguma coisa, e logo cedo já estavam desfilando na Praça da Igreja Matriz, que ficava tão cheia de gente como nos dias de festa do santo padroeiro.

Os marinheiros, com suas alvejantes fardas brancas também desfilavam garbosos pela praça, mas ao contrário do que alguns poderiam pensar, estavam trabalhando. Até uma certa hora da noite, que não passava das dez, procuravam conversar com o povo sobre as riquezas do lugar, sobre as carências, sobre de que forma esses problemas poderiam ser resolvidos, etc. Era expressamente proibido namorar. Tudo isso fazia parte da missão dos marinheiros naquela cidade, e tinha que ser colocado em relatório por um supervisor que estava sempre atento. À meia-noite a luz piscava alertando a todos que dentro de mais alguns minutos seria desligado o motor gerador.

No domingo à tarde houve um jogo de futebol entre o time local e o time dos marinheiros, que a essa altura, já eram bastante conhecidos das pessoas. Todos correram para o único campo da cidade, que ficou com suas laterais lotadas de gente, já que não haviam arquibancadas. O juiz, claro, pertencia à comunidade local. A partida mostrava, nitidamente, a superioridade física e técnica dos jogadores da Marinha, que faziam jogadas belíssimas e o povo vibrava. Mas para a surpresa de todos o primeiro gol foi do time local, o que deixou os torcedores rindo de orelha a orelha.

Os marinheiros partiram com tudo para cima e logo empataram o jogo. Mais um gol do time local, e passado algum tempo, novo empate dos marinheiros. Veio o segundo tempo e o cansaço tomou conta do time local, mas não dos marinheiros, que continuaram mostrando qualidade em suas jogadas, e errando as finalizações. De repente um pênalti a favor do time local, que convertido, deixou os moradores mais aliviados. Mas, como tinha ocorrido durante toda a partida, mais uma vez os marinheiros empataram, já quase no fim do jogo. Todos saíram de campo felizes com o resultado e foram comemorar tomando banho na praia. À noite, com a missão cumprida naquela cidade, o navio da Marinha partiu para mais uma missão. O Comandante, satisfeito com o resultado do jogo, exclamou para o supervisor:

-Perder, pode. Empatar, se for possível. Vencer, jamais!

Metáfora baseada em fatos reais pela presença do autor na cidade de Senador José Porfírio (Pará) em fevereiro de 1976.

Construa com sabedoria

Um velho carpinteiro estava pronto para se aposentar. Ele informou ao chefe seu desejo de sair da indústria de construção e passar mais tempo com sua família. Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria se aposentar.
A empresa não seria muito afetada pela saída do carpinteiro, mas o chefe estava triste em ver um bom funcionário partindo e ele pediu ao carpinteiro para trabalhar em mais um projeto como um favor.

O carpinteiro concordou, mas era fácil ver que ele não estava entusiasmado com a idéia. Ele prosseguiu fazendo um trabalho de segunda qualidade e usando materiais inadequados.

Foi uma maneira negativa dele terminar sua carreira. Quando o carpinteiro acabou, o chefe veio fazer a inspeção da casa. E depois ele deu a chave da casa para o carpinteiro e disse:

"Essa é sua casa. Ela é o meu presente para você". O carpinteiro ficou muito surpreso. Que pena!

Se ele soubesse que ele estava construindo sua própria casa, ele teria feito tudo diferente.

O mesmo acontece conosco. Nós construímos nossa vida, um dia de cada vez e muitas vezes fazendo menos que o melhor possível na construção. Depois com surpresa nós descobrimos que nós precisamos viver na casa que nós construímos. Se nós pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente. Mas não podemos voltar atrás.

Você é o carpinteiro. Todo dia você martela pregos, ajusta tábuas e constrói paredes. Alguém disse que "A vida é um projeto que você mesmo constrói". Suas atitudes e escolhas de hoje estão construindo a "casa" que você vai morar amanhã.

Veredicto Injusto

Um homem estava sendo julgado por assassinato. Apesar das fortes evidências de que o caboclo tinha culpa no cartório, uma coisa ainda não tinha sido esclarecida: não foi encontrado o cadáver.

Sabendo que o presunto não foi encontrado, o advogado de defesa tenta um último truque pra livrar a cara do seu cliente.
Ele vai até o júri e começa:
- Senhoras e senhores do júri, eu tenho uma surpresa para vocês! Dentro de um minuto, a pessoa presumidamente assassinada vai entrar neste tribunal.

Disse e se virou para a porta. Os jurados, surpresos, também olharam ansiosos para a porta. O minuto passou e nada aconteceu.

Então o advogado deu seu lance final:

- Sim, eu falei que a vítima entraria por essa porta e todos vocês olharam com expectativa. Isso deixa mais do que claro que vocês têm dúvida se neste caso alguém realmente foi morto e insisto para que vocês considerem meu cliente inocente!

O júri retirou-se para a resolução final. Mais uns minutos depois, voltou e declarou que o acusado era mesmo culpado.

O advogado, indignado após seu golpe de mestre, pergunta:
- Mas como? Vocês estavam em dúvida, eu vi todos vocês olharem fixamente para a porta!

Aí o primeiro do júri responde:

- Sim, nós realmente olhamos, mas seu cliente não...

Você Já Amou Tanto Assim

Há muito tempo atrás, um casal de velhinhos que não tinham filhos,moravam em uma casinha humilde de madeira, tinham uma vida muitotranquila, alegre, e ambos se amavam muito. Eram felizes.

Até que um dia...Aconteceu um acidente com a senhora. Ela estava trabalhando em suacasa quando começa a pegar fogo na cozinha e as chamas atingem todo oseu corpo. O esposo acorda assustado com os gritos e vai a suaprocura, quando a vê coberta pelas chamas e imediatamente tentaajudá-la. O fogo também atinge seus braços e, mesmo em chamas,consegue apagar o fogo.

Quando chegaram os bombeiros já não havia muito da casa, apenas umaparte, toda destruída.

Levaram rapidamente o casal para o hospital mais próximo, onde foraminternados em estado grave. Após algum tempo aquele senhor menosatingido pelo fogo saiu da UTI e foi ao encontro de sua amada. Aindaem seu leito a senhora toda queimada, pensava em não viver mais, poisestava toda deformada, queimara todo o seu rosto.

Chegando no quarto de sua senhora, ela foi falando:- Tudo bem com você meu amor?- Sim, respondeu ele, pena que o fogo atingiu os meus olhos e nãoposso mais enxergar, mas fique tranquila amor que sua beleza estágravada em meu coração para sempre. Então triste pelo esposo, asenhora disse-lhe:

Deus vendo tudo o que aconteceu a meu marido, tirou-lhe as vistas paraque não presencia esta deformação em mim. As chamas queimaram todo omeu rosto e estou parecendo um monstro.

Passado algum tempo e recuperados, voltaram para uma nova casa, ondeela fazia tudo para o seu querido esposo, e ele todos os diasdizia-lhe:COMO EU TE AMO!

E assim viveram 20 anos até que asenhora veio a falecer.

No dia de seu enterro, quando todos se despediam, então veio aquelesenhor sem seus óculos escuros e com sua bengala nas mãos, chegouperto do caixão, beijando o rosto e acariciando sua amada, disse em umtom apaixonante: "Como você é linda meu amor, eu te amo muito".

Ouvindo e vendo aquela cena um amigo que esta ao lado perguntou se oque tinha acontecido era milagre e, olhando nos olhos dele, o velhinhoapenas falou:Nunca estive cego, apenas fingia, pois quando a vi toda queimada sabiaque seria duro para ela continuar vivendo daquela maneira. Foram vinteanos vivendo muito felizes e apaixonados!!!

Na vida temos de provar que amamos!Muitas vezes de uma forma difícilE, para sermos felizes,temos de fechar os olhos para muitas coisa,mas o importante é que se faça única eintensamente com AMOR!

Conta Corrente

Imagine que você tenha uma conta corrente e a cada manhã acorde com um saldo de R$ 86.400,00. Só que não é permitido transferir o saldo para o dia seguinte.

Todas as noites o seu saldo é zerado, mesmo que você não tenha conseguido gastá-lo durante o dia. O que você faz? Você iria gastar cada centavo é claro!

Todos nós somos clientes deste banco que estamos falando. Chama-se "TEMPO". Todas as manhãs são creditadas para cada um 86.400 segundos. Todas as noites o saldo é debitado como perda.

Não é permitido acumular este saldo para o dia seguinte. Todas as manhãs a sua conta é reinicializada, e todas as noites as sobras do dia se evaporam. Não há volta.

Você precisa gastar vivendo no presente o seu depósito diário. Invista então no que for melhor, na sua saúde, felicidade, sucesso!

O relógio esta correndo. Faça o melhor para o seu dia-a-dia.

• Para você perceber o valor de "um ano", pergunte a um estudante que repetiu o ano.

• Para você perceber o valor de "um mês", pergunte para uma mãe que teve seu bebê prematuramente.

• Para você perceber o valor de "uma semana", pergunte a um editor de um jornal semanal.

• Para você perceber o valor de "uma hora", pergunte aos amantes que estão esperando para se encontrar.

• Para você perceber o valor de "um minuto", pergunte a uma pessoa que perdeu um trem.

• Para você perceber o valor de "um segundo", pergunte a uma pessoa que conseguiu evitar um acidente.

• Para você perceber o valor de "um milésimo de segundo", pergunte a alguém que venceu a medalha de prata em uma olimpíada.

Valorize cada momento que você tem! E valorize mais porque você deve dividir com alguém especial, especial o suficiente para gastar o seu tempo junto com você.


Lembre-se, o tempo não espera por ninguém!


Ontem é história. O amanhã é um mistério. Hoje é uma dádiva. Por isso é chamado de PRESENTE.

sábado, 2 de outubro de 2010

O que eu aprendi que mais me ajudou

Retornei semana passada de um seminário com Richard Bandler, em Orlando, onde fui relembrado repetidas vezes, sobre a importância de manter as coisas o mais fácil possível. Eu recebi muitas perguntas, mas tem uma que insiste em aparecer muitas vezes. E apesar de já ter um artigo tratando disso no meu site, pensei que seria uma boa ideia escrever novamente sobre isso.

A pergunta que eu ouço frequentemente das pessoas é: "De tudo o que você aprendeu, John, o que mais o ajudou para torná-lo capaz de usar a PNL do jeito que você faz?"

Como muitas pessoas, eu tinha um anseio para aprender o que funciona, o "como" "fazer" as coisas mais efetivamente. E esse anseio vem de muito antes da PNL. E quando eu descobri a PNL, eu, naturalmente, tinha muito respeito pela tecnologia. Mas lendo cada vez mais, eu precisava de um seminário para ampliar a base do meu conhecimento e, assim encontrei esse do Bandler. Quando treinei pela primeira vez com as pessoas naquele treinamento, eu aprendi muito. Eu estava muito fascinado e emocionado por ter professores tão excepcionais. Eu encontrei Bandler no começo do meu treinamento. Antes de encontrá-lo, muitas pessoas me diziam: "Você está louco pensando que vai encontrá-lo." "Ele é muito excêntrico." "Ele é isso." "Ele é aquilo." Tenho certeza que você compreendeu. Eu não queria perder a oportunidade de ver um dos co-fundadores e então fui. Quando o vi pela primeira vez no treinamento, percebi que muitos outros também estavam de algum modo cautelosos, porém bem alegres. Eu achei isso uma combinação muito interessante de estados. Percebi imediatamente que Richard era capaz de mantê-los agitados em seus assentos. Também notei que antes de dar as instruções, ele fazia outras coisas que tinham a ver com as instruções. Levei um tempo para perceber isso, mas boa parte do meu treinamento era localizar e reparar os erros: retroceder para processar os pontos de controle que já tinham ocorrido, e descobrir onde fazer a próxima mudança no processo para corrigir o erro que já tinha sido feito, e sem expor a operação, sua integridade financeira, a qualidade do produto, etc.

Então, quando percebi que Richard era capaz de ajudar as pessoas a mudarem tão rapidamente, fiquei muito curioso com isso. Agora pegue isso e junte com a minha fascinação na infância com a linguagem, a gramática e a estrutura da linguagem. Eu comecei a prestar atenção em como Richard fazia o que estava fazendo.

Por recomendação dele, também treinei com os outros porque assim podia aprender ‘estilos’ diferentes. Mas não eram estilos diferentes o que estava aprendendo. Eu também estava aprendendo que existem dois tipos de ‘trainers’ no campo: os que podem conseguir os resultados com consistência e os que não podem. E enquanto eu refinava as minhas próprias observações, fiz outra distinção sobre os trainers: existem aqueles que podem ‘fazer’ e aqueles que não podem. E por ‘fazer’, eu quero dizer que eles podem influenciar as pessoas ‘apenas falando com elas’. Não foi com isso que começou a base da PNL? Eu penso que o termo "linguística" está lá por uma razão que muitos já esqueceram. Eu sei dessa capacidade intuitivamente desde pequeno: existem pessoas que são influenciadas por como elas dizem o que dizem, e por como elas não dizem o que não dizem (comunicação não verbal). Como o meu foco era, e ainda é, na área dos negócios, eu ficava mais impressionado com as pessoas que podem ajudar os outros a conseguirem seus resultados através da comunicação perfeita (verbal e não verbal).

E também descobri que como existiam pessoas de todos os tipos ‘ensinando’ PNL, muitas empresas nos Estados Unidos estavam lamentavelmente indiferentes a ela. E isso era, na maioria das vezes, efeito das apresentações mal feitas de PNL. Outra constatação minha era que as empresas não estavam (pelo menos nos EUA) interessadas em nenhum novo treinamento XYZ, alguma última moda para fazer as pessoas se sentirem bem. Elas queriam resultados e queriam para ontem! Então como fazer isso?


Embora eu tenha praticado com vários trainers, eu não esperava que algum deles fosse um robô de qualquer um dos co-fundadores, mas esperava algum grau de continuidade na informação básica, o que não encontrei, com exceção daqueles que, no início, treinaram pessoalmente com Bandler e Grinder. O que descobri é que existe tanta informação que eu tive dificuldade, na maior parte do tempo, em aplicar o que estava aprendendo. E talvez também existissem outros que pensavam como eu. E ao perguntar para os outros, descobri a mesma coisa.

Eu queria alguma consistência no meu próprio treinamento, e então decidi treinar mais com Bandler, visto que nessa época Bandler e Grinder tinham tomado caminhos separados e eu já estava acostumado com Bandler. Mais tarde, eu ouvi algumas fitas de áudio, assisti outros vídeos, e até hoje, estou contente pela decisão que tomei.

Depois de fazer diversos treinamentos com Bandler, constatei que o que estava fazendo falta no campo, embora estivesse lá todo o tempo, era fazer uma distinção mais explícita para as pessoas que aprendiam a PNL porque assim elas poderiam usá-la mais intensamente, com mais elegância e com mais perfeição do que elas tinham feito. A distinção que eu fazia é tão poderosa para muitos, que eu chamei a primeira parte de PNL Pura. A distinção que eu fiz é simples. A tecnologia tem duas partes identificáveis: as habilidades e as aplicações dessas habilidades.

A maior parte do que existe são aplicações da tecnologia básica. Parece que as pessoas confundiram as duas. A cura da fobia, por exemplo, é uma aplicação, uma técnica.

Algumas das melhores pessoas no mundo, aquelas que são as mais bem-sucedidas, mais efetivas, podem estar ‘usando’ a PNL, isto é, as habilidades. Elas são ótimas em ancoragem, elas são elegantes com a linguagem, elas têm uma super tonalidade, etc. Elas entendem como ser influentes e convincentes, e algumas são excelentes em ajudar outros a mudar sem o uso de ‘técnicas’, e sem dar instruções como em uma técnica. Essas são as pessoas que eu admiro pelas suas habilidades.

A essência mais importante da tecnologia é a ‘experiência’, não extrapolando sua importância, nem se dissociando dela. Isso apenas causa mais generalizações da experiência, e muitas vezes, não na melhor maneira para o cliente. Quando nomes são dados para os processos, eles se tornam generalizados. Embora seja útil usar diferentes posições perceptivas, às vezes é mais útil dar ao cliente apenas uma perspectiva diferente, não fazê-lo viver a vida dele dessa maneira. Como ele irá aprender a experimentar sua própria vida ‘mais intensamente’? Recordar nomes das várias aplicações, técnicas, etc., não é o uso mais efetivo do que ele é capaz de ‘fazer’.

É como se eu quisesse ensiná-lo a fazer um bolo de chocolate - você seria capaz de fazer um excelente. E se alguém viesse até você e quissesse um bolo de chocolate, você seria capaz de fazer um para ele. Mas quando alguém lhe pedisse para fazer um bolo de claras, as chances seriam de que você não seria capaz porque nunca lhe ensinaram como fazer. Mas se você quissesse, poderia aprender indo assistir um ‘Seminário de Bolos de Claras’.

E assim, se nós ensinamos a você primeiro os ingredientes básicos, como eles funcionam, que efeito a temperatura, a umidade e o tempo têm nesses ingredientes, e depois ensinar como combiná-los em algumas receitas, como aquela do bolo de chocolate, então você será capaz de saber como fazer não apenas o bolo de chocolate, mas também estará numa posição melhor para ser capaz de fazer aquele bolo de claras porque você entendeu como os ingredientes básicos podem funcionar combinados para fazer uma nova receita.

Esses têm sido os equívocos básicos sobre as aplicações da PNL. Muitas pessoas pensam que ela é terapia, quando não é. Então, como você pode aprender a desfrutar da "SUA VIDA" mais plenamente? Primeiro aprendendo as habilidades básicas, e depois aplicando nas áreas da SUA VIDA onde elas são aplicáveis. É assim que nós preferimos ensiná-la. Você gosta de fazer o trabalho de mudar as pessoas? Quer aplicá-las nos negócios? Aprenda essas aplicações num curso de PNL. É fácil, é simples e é estimulante!

E outra coisa que deve ser mencionada, é que eu uso tudo o que eu sei para facilitar a mudança conversando e usando complementos não verbais. Eu, por exemplo, muitas vezes não aproveito a oportunidade de dar as instruções para a mudança das submodalidades, de modo que eu preciso usar as minhas próprias capacidades verbais e não verbais para realizá-las. Minha experiência é que é assim que a maioria das pessoas aprecia e quer aprender a fazer. Nós fazemos o possível para ajudá-las a aprender dessa maneira.

John La Valle
John La Valle é Master Trainer Licenciado de PNL e DHE. Está atuando em treinamentos e desenvolvimento a mais de vinte e cinco anos e introduziu a PNL e DHE para o campo das empresas.


O artigo original, em inglês, "What I Have Learned that Helped The Most" está no site da NLP World Magazine

O que é PNL? Como explicar a PNL para os outros

Volta e meia, eu reviso alguns dos recados que coloquei em vários grupos de discussão, e depois de lê-los, decido se são suficientemente bons para um público maior.



Frequentemente me fazem a pergunta mais básica da PNL, e não apenas por parte de pessoas completamente novatas em PNL, mas também de practitioners e outros.



O que é PNL?



Quando esta pergunta é feita por pessoas que tiveram algum treinamento ou experiência em PNL, não é que elas não saibam ou não tem a noção geral do que é a PNL para elas; é que, às vezes, elas simplesmente experimentam um desafio quando tentam explicar a PNL para os não iniciados.



Eu entendo bem o desafio. Eu mesmo já o encarei, e nem sempre com sucesso. Então, se este artigo ajudar qualquer um de vocês a compartilhar mais sucintamente com os outros o que interessa a você, de um modo que não os faça correr (!), então eu estarei satisfeito e o artigo terá atingido o seu objetivo. Portanto sinta-se a vontade para compartilhar meus comentários com alguém que ‘não entende’ o seu interesse na PNL. Pode ajudar a lançar alguma luz sobre as suas razões para a busca de conhecimento e habilidades da PNL.



Tente enviar isto para um dos seus amigos cépticos.



Eu acredito que a PNL é um daqueles temas onde, quanto mais você aprende, mais você aprende que existe mais para aprender. É um tipo de assunto, de certa maneira, inesgotável.



Assim, se você acabar decidindo que quer aprender um pouco de PNL, tenha sempre mente os seus objetivos desejados – deixe-os serem o seu guia em relação a quanto de PNL você aprende e quanto você descarta ou ignora, e/ou que cursos ou materiais explorar e o que deixar de lado. Ninguém precisa aprender tudo sobre a PNL, e a maioria das pessoas só precisa fazer escolhas criteriosas de quem aprender a partir da fartura existente no mercado de trainers e profissionais. Sempre use os seus próprios objetivos desejados como critério de excelência. Depois obtenha múltiplas opiniões de como melhor satisfazer esses critérios. Todo mundo é tendencioso, de modo que procure reunir muitas opiniões.



A PNL é na sua essência um método para reproduzir a excelência. Excelência em resultados, na metodologia e na cognição humana. Obviamente, se a PNL é o que dizem muitos proponentes (inclusive eu) que é o melhor método para aprender mais ligeiro do que qualquer outro método que está por aí... então... é fácil dizer "Tudo é PNL." Que é tanto verdade como falso.



Exemplo - Se você fosse um jogador excepcional de bilhar, eu poderia usar a PNL para modelar o que você faz, como faz e reproduzir significativamente os seus resultados muito mais rápido do que o tempo que você levou para atingir o seu nível de grandeza. Ou seja, se eu tivesse tempo disponível para me dedicar a isso, e se eu tivesse acesso irrestrito para assistir você jogando, entrevistá-lo de uma maneira especial e, depois, você também me ajudar no meu processo de refinamento (feedback) ... então eu poderia, de modo concebível, levar um ano, ou talvez até menos, para atingir o que você demorou uma década para alcançar. (Sim, é sério.) E depois, eu poderia estar até melhor habilitado do que você, para ensinar o seu nível de excelência, uma vez que eu tivesse reproduzido os seus resultados. Poderia então potencialmente reunir as observações sobre as suas habilidades (e otimizações para a sua lógica) que você não poderia e nem jamais teria concluído por conta própria e aí, a minha versão da sua habilidade, teria se tornado, sem dúvida, uma habilidade baseada na PNL.



Isso mencionado... ao longo do tempo, esse processo de modelagem produziu resultados que - embora sejam mais "resultados" da PNL - foram incluídos no conjunto de habilidades de PNL. Muitas vezes, eles são confundidos com a própria PNL, quando originalmente poderiam ter sido apenas resultados do uso da PNL.



A maioria concordaria que essas várias habilidades da PNL incluem:





Melhor capacidade de persuasão.





A capacidade para confortar rapidamente as pessoas e fazê-las pensar que elas o conhecem (e que você as conhece) – pelas razões certas.





A capacidade de induzir o transe e despertar a imaginação e, mais facilmente, apertar os pontos emocionais sensíveis.





A capacidade de entender melhor como as pessoas se comportam e o porquê.





A capacidade de influenciar as pessoas usando as estratégias de decisão delas e seus próprios valores.





...e muito mais.



Eu estou deixando de fora vastas áreas que a PNL abrange, mas assinalei alguns pontos visto que muitos de vocês provavelmente já tiveram pelo menos algum treinamento de PNL. Isso foi mostrado intencionalmente como uma lista incompleta de habilidades e benefícios.



Quanto às letras, PNL é Programação Neurolinguística. É o uso mais efetivo da linguagem para influenciar/’programar’ (ou redirecionar) nossas próprias mentes e a dos outros.



E programação, por si só, não significa "controle da mente", mas como influenciar a mente para autodesenvolvimento (e outros propósitos, como negócios ou influência social, etc.).



A PNL originou-se no início dos anos 70 a partir do desenvolvimento desse processo básico de "modelagem cognitiva", e usando-o para modelar as habilidades de diversos especialistas em mudanças rápidas dos campos da linguística, da psicologia gestalt, da hipnoterapia, etc. Assim, os primeiros esforços da PNL foram direcionados para a mudança terapêutica rápida. Mas desde os primeiros dias, a PNL também se expandiu rapidamente para outros domínios de expertise (perícia).



Além disso, a maioria concorda que a PNL é feita melhor "pessoalmente", com a consciência mais elevada dos efeitos específicos que certas técnicas verbais irão gerar, para não mencionar como certas qualidades da voz se tornam de extrema importância, sem falar como as várias habilidades de linguagem corporal podem amplificar (e acelerar) os resultados que obtemos na comunicação. Assim, a PNL é aprendida melhor pessoalmente de um ou de mais trainers de qualidade (ou mentores). Aprender o que pode ser descrito como um esporte de "corpo inteiro" de um livro é... impraticável. Os livros são grandes suplementos para um treinamento eficaz, mas não são bons substitutos.



Os céticos ou os cínicos irão descrever a minha afirmação como uma tática financeira vinda de uma fonte tendenciosa apenas para conseguir mais alunos. Mas qualquer um que teve uma formação de alta qualidade em PNL pode diferenciar, em questão de segundos, os aprendizes de livro dos penelistas bem treinados, seja pelos resultados que eles nem conseguem identificar que estão causando, seja depois de observar o comportamento inadequado e escutar a linguagem inábil deles.



O que é PNL? Obviamente, para cada um de nós, é o que nós fazemos com ela.



Espero que o artigo acima ajude. É difícil abranger a PNL "em poucas palavras" pelas razões que espero ter explicado acima.

Jonathan Altfeld



Jonathan Altfeld é Trainer de PNL, coach pessoal e de empresas.



O artigo original, em inglês, "What is NLP? Here's how to explain NLP to others" está no site da Jonathan Altfeld

Exercício facilitador de aprendizagem

No Brasil, Walther Hermann, também Trainer em PNL vem elaborando com muita criatividade, reflexões e vivenciações sobre o assunto - e recentemente dirigiu um seminário vivencial em Porto Alegre, evento organizado pela direção de "O GOLFINHO", cujo tema: "Aprendizagem Acelerada de Línguas Estrangeiras", foi transcendido pela metodologia, aplicada em qualquer campo do aprendizado, pois permite a instalação de novos paradigmas, mexendo nos sistemas de crenças limitantes com que, regra geral, a escola tradicional nos envolve. Walther anuncia, para breve, um livro sobre o tema.

Dando minha contribuição aos leitores de "O GOLFINHO" apresento, em resumo, um exercício facilitador de aprendizagem, testado por mim no ensino universitário com excelentes resultados:


1. O professor com prática em PNL solicita que os alunos relaxem (1), e que escolham tema ou área de conhecimento em que desejam adquirir mais informações. Os alunos devem tomar consciência de que podem aprender muito mais coisas- e pensem nos benefícios que obterão com os novos conhecimentos.


2. Solicita aos alunos que determinem, vendo, ouvindo ou sentindo, com quem podem aprender tais conhecimentos: pode ser com uma pessoa, livros, vídeos, etc.

3. Pede que recordem três situações em que aprenderam algo com muita criatividade. Quando os alunos as tiverem consigo, pede que fechem os olhos e que elejam uma das situações. Solicita que voltem mentalmente a esse belo momento. Que os alunos imaginem que estão vendo com seus próprios olhos o que viam, escutando o que seus ouvidos ouviam, fazendo o que faziam e revivendo as sensações. depois peça, relaxados, que abram os olhos e escrevam as condições que cercaram a aprendizagem respondendo às perguntas:

1. Por decisão de quem iniciou a aprendizagem?



2. Qual era seu estado emocional?



3. Como descreveria o resultado?



4. Repetir o exercício com as outras duas situações.



5. Que os alunos, agora, determinem, ou melhor, elejam das 3 experiências anteriores de aprendizagem, qual a carga emocional mais agradável e criativa. Voltar a conectarem-se com essa experiência criativa, revivendo-a como se estivessem vendo com seus próprios olhos o que viam na oportunidade, escutando o que chegava aos ouvidos, dando-se conta do que pensavam e revivendo as emoções com esse momento.



6. Quando os alunos estiverem emocionalmente conectados (solicitar um sinal e acompanhar a fisiologia), dizer para imaginarem como se estivessem aprendendo o novo tema escolhido, vendo com seus olhos tudo o que os rodeiam, escutando os sons e peça que a emoção facilitadora envolva essa nova experiência de suas vidas. Que imaginem levando à prática os conhecimentos adquiridos e como se beneficiarão desses novos conhecimentos.



7. Pedir para abrirem os olhos, relaxados, etc. (Os alunos, se possível, deverão se dedicar de imediato a estudar e praticar o tema.)

João Nicolau Carvalho

Círculo de Excelência

Esta é uma técnica que permite a você obter recursos ou sensações positivas de confiança originados no passado e voltar a experimentá-los, transferindo-os de onde aconteceram em sua vida para onde você realmente os quer.


Passos:

Reviver a Confiança. Fique de pé e permita-se lembrar de uma época em que você se sentia muito, muitíssimo, confiante. Reviva esse momento, vendo o que você viu, ouvindo o que ouviu e sentindo o que sentiu.


Círculo de Excelência. Sentido a confiança surgir em você, imagine um círculo no chão em torno dos seus pés. Coloque a cor que achar melhor neste círculo. Gostaria que ele tivesse também um som, uma música, um zunido suave ou qualquer elemento sonoro que possa sinalizar como o círculo é poderoso? Pois sinta-se livre para colocar a sonorização que desejar. Envolva-se inteiramente com este contexto de excelência e capacidade.


Quando o estado de confiança estiver no auge, saia do círculo, ali deixando todas essas poderosas sensações que está experimentando. Quebre o estado, pense em alguma coisa longe dali ou veja as horas. Volte para o círculo. Observe se o estado de recursos plenos voltou a tomar conta de você. O círculo agora é uma extraordinária âncora de excelência. Se a ancoragem não ocorreu repita o processo desde o passo 1.


Selecionar Pistas. Agora pense em uma época específica no seu futuro em que você vai precisar dessa mesma sensação de confiança. Veja e ouça o que estará ali momentos antes de precisar se sentir confiante. A pista pode ser a porta da sala do seu chefe, o telefone do seu escritório ou seu nome sendo apresentado antes de uma conferência.


Fazer a Ligação. Assim que estas pistas estiverem claras na sua mente, entre de novo no círculo e torne a sentir aquela sensação. Imagine a mesma situação se desenrolando a sua volta no futuro, com os sentimentos de autoconfiança totalmente a sua disposição.


Verificar os Resultados. Agora saia novamente do círculo, deixando ali as sensações de autoconfiança. Do lado de fora aguarde um pouco e pense de novo no que está para acontecer. Automaticamente voltará a sentir as sensações do círculo. Isto significa que você já está programado para o acontecimento futuro, podendo sentir-se melhor em relação a ele antes mesmo que aconteça. Quando chegar a hora, você vai se ver reagindo totalmente seguro e com a autoconfiança muito maior.

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